Comissão aprova regras para evitar precarização no trabalho terceirizado no serviço público
Projeto continua em análise na Câmara dos Deputados
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Ministério do Trabalho aponta que a dificuldade de mobilidade entre casa e trabalho é um dos principais motivos para demissões voluntárias. Além disso, trabalhadores ouvidos pelo g1 destacam o medo da violência, a falta de tempo para se qualificar, entre outros fatores.
Nova data amplia prazo para negociação entre patrões e empregados; decisão reafirma compromisso com o diálogo social e a valorização da negociação coletiva
Em 2022, se discutia a “síndrome de burnout” com notícias de que ela passara a ser considerada doença ocupacional pela Organização Mundial da Saúde. Ao pé da letra, não era bem assim, já que ela não é uma “doença”, mas uma síndrome. Mas nem por isso o assunto não era e não é sério.
Na época, como agora com a NR-1 (como se o assunto fosse novo!), a saúde mental ficou em voga.
Se recordam também da lei de certificação de empresa que cuida da saúde mental? Essa nem o governo tirou do papel.
Bem, falamos de tudo isso aqui.
Estabelecimentos devem ficar atentos à negociação com o sindicato de cada categoria.
Dentre as principais situações concretas de trabalho que esses casos tratam, tem-se o trabalho na advocacia, o trabalho médico em hospitais, motoristas de cargas, trabalho na corretagem de imóveis, representantes comerciais, trabalho em franquias, motoristas de aplicativo, dentre outros.
Neste formato, o trabalhador segue os horários de seu ritmo biológico. Ou seja: ele atua no momento do dia em que se sente mais produtivo, em um esquema que atende aos ‘cronotipos’ de cada pessoa.
Em assembleia, nesta quarta (21/5), metroviários de SP iniciaram votação de 24h por propostas sobre greve no dia próximo dia 27/5
Saúde mental. Já falamos disto antes aqui no RH Pra Você.
E, então, surge a NR-1. Junto, uma inundação de matérias, posts, webinars, etc. surge.
Mas o que é a NR-1? E quem cuida dela? Ela está mesmo suspensa? Só vou olhar isso em 2026?
De acordo com levantamento do Ministério do Trabalho, as mulheres e pessoas negras seguem sendo maioria no setor. Mudanças demográficas e o aumento da contratação de diaristas estão entre as causas.