{"id":2153,"date":"2023-07-21T10:25:26","date_gmt":"2023-07-21T13:25:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.benhame.adv.br\/?p=2153"},"modified":"2023-07-21T10:25:26","modified_gmt":"2023-07-21T13:25:26","slug":"igualdade-salarial-precisava-de-mais-uma-lei-como-gerenciar-as-novas-obrigacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.benhame.adv.br\/?p=2153","title":{"rendered":"Igualdade salarial: Precisava de mais uma lei? Como gerenciar as novas obriga\u00e7\u00f5es?"},"content":{"rendered":"\n<div id=\"section-gfb230d\" class=\"wp-block-gutentor-e1 section-gfb230d gutentor-element gutentor-element-advanced-text\"><div class=\"gutentor-text-wrap\"><p class=\"gutentor-text\">O artigo n\u00e3o ser\u00e1 jur\u00eddico, mas algumas leis aparecer\u00e3o.<br><br>Para qu\u00ea?<br><br>Para mostrar que\u00a0<strong>diferen\u00e7a salarial<\/strong>\u00a0n\u00e3o \u00e9 assunto s\u00f3 de lei\u2026 (ops,\u00a0<em>spoiler<\/em>)<br><br>Ent\u00e3o vamos \u00e0 primeira pergunta: A determina\u00e7\u00e3o legal de\u00a0<strong>igualdade salarial<\/strong>\u00a0sem distin\u00e7\u00e3o de g\u00eanero, ra\u00e7a e etnia \u00e9 coisa nova? Veremos:<br><br><strong>Um pouco da situa\u00e7\u00e3o anterior<\/strong><br><br>A prote\u00e7\u00e3o contra sal\u00e1rio discriminat\u00f3rio por raz\u00e3o de sexo j\u00e1 existia na lei desde a edi\u00e7\u00e3o da CLT, .<br><br><strong><u>O artigo 5\u00ba da CLT vigente desde 1943 estabelece:<\/u><\/strong><br><br><em>Art. 5\u00ba \u2013 A todo trabalho de igual valor corresponder\u00e1\u00a0<strong>sal\u00e1rio igual, sem distin\u00e7\u00e3o de sexo.<\/strong><\/em><br><br>E o artigo 461, que tinha essa reda\u00e7\u00e3o original:<br><br><em>Art. 461. Sendo id\u00eantica a fun\u00e7\u00e3o, a todo trabalho de igual valor, prestado ao mesmo empregador, na mesma localidade,\u00a0 corresponder\u00e1, igual sal\u00e1rio, sem distin\u00e7\u00e3o de sexo<\/em>.<br><br>Em 1952, o artigo 461 da CLT passou a ter a seguinte reda\u00e7\u00e3o em seu\u00a0<em>caput<\/em>:<br><br><em>\u201cArt. 461. Sendo id\u00eantica a fun\u00e7\u00e3o, a todo trabalho de igual valor prestado ao mesmo empregador, na mesma localidade, corresponder\u00e1 igual sal\u00e1rio, sem distin\u00e7\u00e3o de sexo,\u00a0<strong>nacionalidade ou idade.<\/strong><\/em><br><br>Ent\u00e3o:<br><br>\u2022 em 1943 t\u00ednhamos a\u00a0<strong>prote\u00e7\u00e3o de diferencia\u00e7\u00e3o salarial<\/strong>\u00a0em raz\u00e3o de sexo.<br>\u2022 em 1952 foi acrescida a prote\u00e7\u00e3o textual a nacionalidade ou idade (ops, etarismo vedado desde ent\u00e3o\u2026).<br><br>De qualquer maneira, qualquer trabalhador tinha direito ao mesmo sal\u00e1rio desde que exercesse a mesma fun\u00e7\u00e3o com a mesma perfei\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e produtividade.<br><br>Na d\u00e9cada de 1990 surge a lei 9.029\/95 que veda a discrimina\u00e7\u00e3o na contrata\u00e7\u00e3o e na manuten\u00e7\u00e3o do contrato (demiss\u00e3o), e que pode ser usada analogicamente durante o contrato.<br><br>Portanto:<br><br>\u2022 em 1943 t\u00ednhamos a prote\u00e7\u00e3o de diferencia\u00e7\u00e3o salarial em raz\u00e3o de sexo.<br>\u2022 em 1952 foi acrescida a prote\u00e7\u00e3o textual a nacionalidade ou idade (ops, etarismo vedado desde ent\u00e3o\u2026).<br>\u2022 em 1995 foi vedada qualquer discrimina\u00e7\u00e3o, criminalizando inclusive atitudes em rela\u00e7\u00e3o a v\u00e1rias atitudes que indicassem preconceito contra mulher gestante ou que quisesse engravidar, ou que estivesse em idade f\u00e9rtil (art. 2 \u00ba).<br><br><strong>O que temos de novo no\u00a0<em>front<\/em>?<\/strong><br><br>A lei 14.611\/23, que traz regras para \u201cArt. 1\u00ba: Esta Lei disp\u00f5e sobre a igualdade salarial e de crit\u00e9rios remunerat\u00f3rios, nos termos da regulamenta\u00e7\u00e3o, entre mulheres e homens para a realiza\u00e7\u00e3o de trabalho de igual valor ou no exerc\u00edcio da mesma fun\u00e7\u00e3o\u201d.\u00a0<a href=\"https:\/\/rhpravoce.com.br\/colunistas\/igualdade-salarial-mais-uma-lei\/#_ftn1\">[1]<\/a><br><br>Apesar de tratar de prote\u00e7\u00e3o contra a diferen\u00e7a salarial entre homem e mulher (n\u00e3o de g\u00eanero) acrescenta o \u00a7 6\u00ba ao art. 461 da CLT, tratando de indeniza\u00e7\u00e3o \u201cpor motivo de sexo, ra\u00e7a, etnia, origem ou idade\u201d.<br><br>Mas a lei s\u00f3 traz instrumento de aferi\u00e7\u00e3o de diferen\u00e7as salariais entre homens e mulheres (art 4\u00ba), com crit\u00e9rios de transpar\u00eancia e\u00a0<strong>fomento de desenvolvimento da mulher no mercado de trabalho<\/strong>\u00a0(que j\u00e1 existe na lei 14.457\/22, que tratou do\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/rhpravoce.com.br\/colunistas\/a-lei-14457-22-o-combate-ao-assedio-e-a-violencia-no-trabalho-e-a-cipa\/\" target=\"_blank\">combate a ass\u00e9dio sexual<\/a>\u00a0e outros assuntos relacionados ao trabalho da mulher).\u00a0<a href=\"https:\/\/rhpravoce.com.br\/colunistas\/igualdade-salarial-mais-uma-lei\/#_ftn2\">[2]<\/a><br><br>Portanto, em quest\u00f5es e fundo, ou seja, de \u201cm\u00e9rito\u201d, de prote\u00e7\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 nenhuma altera\u00e7\u00e3o no que j\u00e1 existia hoje.<br><br>Mantem-se tamb\u00e9m a intermin\u00e1vel discuss\u00e3o do que \u00e9 trabalho de \u201cigual valor\u201d, j\u00e1 que se trata de um conceito subjetivo, salvo nas fun\u00e7\u00f5es mais operacionais e realmente id\u00eanticas, que se pode medir produtividade e perfei\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, por exemplo, com n\u00famero de pe\u00e7as efetuadas.<br><br>O que h\u00e1 s\u00e3o ferramentas e mecanismos de controle, que devem ser implementadas, e que talvez gerem mais transpar\u00eancia.<br>A lei rev\u00ea formas desse controle com (art. 4\u00ba):<br><br><em>I \u2013 estabelecimento de mecanismos de transpar\u00eancia salarial e de crit\u00e9rios remunerat\u00f3rios;<\/em><br><em>II \u2013 incremento da fiscaliza\u00e7\u00e3o contra a discrimina\u00e7\u00e3o salarial e de crit\u00e9rios remunerat\u00f3rios entre mulheres e homens;<\/em><br><em>III \u2013 disponibiliza\u00e7\u00e3o de canais espec\u00edficos para den\u00fancias de discrimina\u00e7\u00e3o salarial;<\/em><br><em>IV \u2013 promo\u00e7\u00e3o e implementa\u00e7\u00e3o de programas de diversidade e inclus\u00e3o no ambiente de trabalho que abranjam a capacita\u00e7\u00e3o de gestores, de lideran\u00e7as e de empregados a respeito do tema da equidade entre homens e mulheres no mercado de trabalho, com aferi\u00e7\u00e3o de resultados; e<\/em><br><em>V \u2013 fomento \u00e0 capacita\u00e7\u00e3o e \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de mulheres para o ingresso, a perman\u00eancia e a ascens\u00e3o no mercado de trabalho em igualdade de condi\u00e7\u00f5es com os homens.\u00a0<\/em><strong>\u00a0<\/strong><br><br>As empresas com mais de 100 empregados dever\u00e3o disponibilizar os dados salariais em uma \u201cpublica\u00e7\u00e3o semestral de\u00a0<strong>relat\u00f3rios de transpar\u00eancia salarial<\/strong>\u00a0e de crit\u00e9rios remunerat\u00f3rios\u201d, que devem respeitar as diretrizes da LGPD, j\u00e1 que requerer\u00e1 dados \u201canonimizados\u201d e informa\u00e7\u00f5es que permitam a\u00a0<strong>compara\u00e7\u00e3o objetiva entre sal\u00e1rios,\u00a0<\/strong>remunera\u00e7\u00f5es e a propor\u00e7\u00e3o de ocupa\u00e7\u00e3o de cargos de dire\u00e7\u00e3o, ger\u00eancia e chefia preenchidos por mulheres e homens.\u201d<br><br><strong>Aten\u00e7\u00e3o: s\u00f3 cargos de dire\u00e7\u00e3o, ger\u00eancia e chefia!<\/strong><br><br>Mais uma quest\u00e3o aqui: Como anonimizar dados se a empresa tem um ou dois diretores e poucos gerentes? Sabe-se quem \u00e9 quem e de quem \u00e9 o sal\u00e1rio pela simples informa\u00e7\u00e3o do sexo ou do cargo. Como gerir essa situa\u00e7\u00e3o x LGPD?<br><br>Outra novidade \u00e9 que h\u00e1 a obriga\u00e7\u00e3o da empresa em apresentar plano de a\u00e7\u00e3o se qualquer diferen\u00e7a for detectada, com participa\u00e7\u00e3o sindical e de representantes de empregados do local de trabalho, que dever\u00e3o ser os de dire\u00e7\u00e3o, ger\u00eancia e chefia, porque os demais cargos n\u00e3o est\u00e3o abrangidos pela comunica\u00e7\u00e3o institu\u00edda pela lei.<br><br>Tudo isso, sem preju\u00edzo de uma multa de 3% do faturamento da empresa, limitada a 100 sal\u00e1rios-m\u00ednimos.<br><br>Como as empresas far\u00e3o tal comunica\u00e7\u00e3o n\u00e3o se sabe ainda, porque cabe ao governo disponibilizar tal ferramenta de inser\u00e7\u00e3o de dados, com respeito a LGPD.<br><br><strong>No fundo, vai mudar alguma coisa?<\/strong><br><br>De verdade, instrumento legal j\u00e1 existia. O que impede ent\u00e3o o fim de tal diferencia\u00e7\u00e3o? A li\u00e7\u00e3o de casa n\u00e3o \u00e9 da lei, mas das pr\u00f3prias empresas e de outros setores da sociedade, inclusive judici\u00e1rio, agindo com vi\u00e9s inconsciente de preconceito.<br><br><strong>H\u00e1 mais a ser discutido e feito, do que s\u00f3 \u201cdivulgar sal\u00e1rios\u201d?<\/strong><br><br>Ser\u00e1 que nas empresas,\u00a0<strong>setores de ESG e diversidade<\/strong>\u00a0poderiam ter agido de maneira mais \u201cfirme\u201d real e pr\u00e1tica nesse assunto?<br><br>Ser\u00e1 que quando o STF<a href=\"https:\/\/rhpravoce.com.br\/colunistas\/igualdade-salarial-mais-uma-lei\/#_ftn3\">[3]<\/a>\u00a0ratifica que a mulher n\u00e3o pode trabalhar igual ao homem, porque tem dupla jornada traz um desservi\u00e7o e justifica o \u201cbreque\u201d na carreira feminina?<br><br>Igualdade \u00e9 igualdade, a CF de 1988 trouxe isso, com julgado como esse tudo s\u00f3 piora. Reviver o cap\u00edtulo de \u201cprote\u00e7\u00e3o ao trabalho da mulher\u201d da d\u00e9cada de 1940, como se a mulher n\u00e3o fosse capaz de se defender e fazer suas escolhas, \u00e9 lament\u00e1vel, prejudicial e fomenta o preconceito.<br><br>Ser\u00e1 que a aus\u00eancia total dessa pauta nas conven\u00e7\u00f5es coletivas de trabalho mostra um vi\u00e9s inconsciente tamb\u00e9m das entidades sindicais?<br><br>Ali\u00e1s, as entidades sindicais s\u00e3o diversas?<br><br>Qual a quest\u00e3o e fundo nesse assunto?<br><br>A\u00a0<strong>diferencia\u00e7\u00e3o salarial entre homens e mulheres<\/strong>\u00a0\u00e9 mundial. Conforme dados da ONU, em todo o mundo, na m\u00e9dia, as mulheres recebem 20% a menos do que os homens.<a href=\"https:\/\/rhpravoce.com.br\/colunistas\/igualdade-salarial-mais-uma-lei\/#_ftn4\">[4]<\/a><br><br>N\u00e3o h\u00e1 justificativa de forma\u00e7\u00e3o que justifique essa diferen\u00e7a. A mulher tem boa forma\u00e7\u00e3o, mais \u00e0s vezes que os homens em alguns setores. S\u00e3o vistas como mais respons\u00e1veis.\u00a0<strong>Mulheres na lideran\u00e7a<\/strong>\u00a0geram melhor desempenho da empresa, conforme pesquisa da OIT.<a href=\"https:\/\/rhpravoce.com.br\/colunistas\/igualdade-salarial-mais-uma-lei\/#_ftn5\">[5]<\/a><br><br><strong>A causa da desigualdade \u00e9 do preconceito<\/strong>, de leis que \u201cprotegem\u201d a mulher, mas no fundo protegem postos de trabalho masculinos, julgados que \u201cprotegem \u201ca mulher, mas s\u00e3o preconceitos disfar\u00e7ados.<br><br>Ou seja, n\u00e3o adianta dar mais prote\u00e7\u00e3o \u00e0 mulher, \u00e9 preciso que os homens tenham os mesmos direitos e deveres, inclusive de tirar uma licen\u00e7a parental longa junto com a m\u00e3e, ou de ambos na ado\u00e7\u00e3o, seja em casais hetero ou homoafetivos, por exemplo.<br><br>E n\u00e3o s\u00f3 aqui, como essa reportagem de Portugal mostra<a href=\"https:\/\/rhpravoce.com.br\/colunistas\/igualdade-salarial-mais-uma-lei\/#_ftn6\">[6]<\/a>. H\u00e1 muito o que pode ser feito para<strong>\u00a0efetivar a igualdade de oportunidade<\/strong>, mas se houver preconceito, nada dar\u00e1 certo. O que \u00e9 curioso no Brasil \u00e9 que o homem, para tirar licen\u00e7a paternidade estendida, tem que fazer curso! Ou seja, n\u00e3o \u00e9 visto como natural que um homem cuide da fam\u00edlia e dos filhos.<br><br>Ent\u00e3o,\u00a0<strong>as empresas podem criar programas de valoriza\u00e7\u00e3o de mulheres<\/strong>, e de\u00a0<strong>igualdade de g\u00eanero<\/strong>, e fomentar que o homem use os seus direitos sem preconceito.<br><br>Assim, na lei, para empresas acima de 100 empregados:<br><br>\u2022 Comecem a mapear as fun\u00e7\u00f5es x sexo x sal\u00e1rio;<br>\u2022 Mapear porque h\u00e1 diferencia\u00e7\u00e3o salarial e de forma de remunera\u00e7\u00e3o (ex b\u00f4nus diferentes?) \u2013 os crit\u00e9rios devem ser objetivos sem nenhuma rela\u00e7\u00e3o com a condi\u00e7\u00e3o de ra\u00e7a, sexo idade etc.;<br>\u2022 Mapear e revisar pol\u00edticas;<br>\u2022 Verificar necessidade de altera\u00e7\u00e3o salarial e envolvimento ou n\u00e3o de entidade sindical;<br>\u2022 Preparar as informa\u00e7\u00f5es;<br>\u2022 Esperar o governo divulgar como ser\u00e3o efetuadas as comunica\u00e7\u00f5es.<br><br>H\u00e1 muito o que fazer, de verdade,\u00a0 mesmo que voc\u00ea seja uma empresa com menos de 100 empregados para reduzir diferencia\u00e7\u00f5es salariais movidas por preconceito, como, por exemplo:<br><br>\u2022 Ter ESG e diversidade que sejam de verdade \u00e9 o primeiro passo;<br>\u2022 Realmente acreditar na igualdade. Esquecer o discurso e ir para a pr\u00e1tica;<br>\u2022 Pesquisar talentos internos, abrir oportunidades, criar programas de mentoria, s\u00e3o algumas medidas. Inclusive com medidas diversas de licen\u00e7as parentais e n\u00e3o s\u00f3 para mulheres, ter um programa efetivo de apoio parental n\u00e3o facultativo. O facultativo, usualmente, tem baixa ader\u00eancia, pela quest\u00e3o cultural e preconceituosa.<strong>\u00a0<\/strong><br><br><strong>Ent\u00e3o, resumindo tudo<\/strong><br><br>H\u00e1 mais uma lei no radar, com mais d\u00favidas sobre sua efic\u00e1cia que certezas.<br><br>O comunicado que ela vai exigir vai alterar algo?<br><br>Isso vai mudar a sociedade?<br><br>Bastar\u00e1 s\u00f3 uma comunica\u00e7\u00e3o?<br><br>Tribunais decidir\u00e3o diferente, ou continuar\u00e3o dando desculpas de n\u00e3o promo\u00e7\u00e3o da mulher porque ela n\u00e3o pode trabalhar na mesma escala que homens?<br><br>Para mim, a \u00fanica a quest\u00e3o importante, \u00e9: O que voc\u00ea faz, de verdade, para n\u00e3o haver preconceito na sua empresa?<br><br>E mais o que voc\u00ea faz na empresa, leva para toda sociedade? Ou \u00e9 s\u00f3 mais uma pol\u00edtica corporativa?<br><br>Fonte: <a href=\"https:\/\/rhpravoce.com.br\/colunistas\/igualdade-salarial-mais-uma-lei\/\"><strong>RH Pra Voc\u00ea<\/strong><\/a><\/p><\/div><\/div>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\">[1] O artigo 1\u00ba de uma lei sempre traz seu assunto.\r\n[2] https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_Ato2019-2022\/2022\/Lei\/L14457.htm\r\n[3] https:\/\/www.tst.jus.br\/-\/ministra-do-stf-mant%C3%A9m-decis%C3%A3o-do-tst-sobre-folga-quinzenal-de-empregadas-aos-domingos\r\n[4] https:\/\/news.un.org\/pt\/story\/2022\/09\/1801331\r\n[5] https:\/\/news.un.org\/pt\/story\/2019\/05\/1673361\r\n[6] https:\/\/www.wort.lu\/pt\/sociedade\/ainda-h-press-o-sobre-homens-que-tiram-licenca-parental-5c667b2eda2cc1784e33ddc8<\/pre>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[1] O artigo 1\u00ba de uma lei sempre traz seu assunto. [2] https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_Ato2019-2022\/2022\/Lei\/L14457.htm [3] https:\/\/www.tst.jus.br\/-\/ministra-do-stf-mant%C3%A9m-decis%C3%A3o-do-tst-sobre-folga-quinzenal-de-empregadas-aos-domingos [4] https:\/\/news.un.org\/pt\/story\/2022\/09\/1801331 [5] https:\/\/news.un.org\/pt\/story\/2019\/05\/1673361 [6] https:\/\/www.wort.lu\/pt\/sociedade\/ainda-h-press-o-sobre-homens-que-tiram-licenca-parental-5c667b2eda2cc1784e33ddc8<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2148,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[69,129,531,130],"class_list":["post-2153","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","tag-artigos","tag-dra-maria-lucia-benhame","tag-igualdade-salarial","tag-rh-pra-voce"],"gutentor_comment":0,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.benhame.adv.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2153","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.benhame.adv.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.benhame.adv.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.benhame.adv.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.benhame.adv.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2153"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.benhame.adv.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2153\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2154,"href":"https:\/\/www.benhame.adv.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2153\/revisions\/2154"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.benhame.adv.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/2148"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.benhame.adv.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2153"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.benhame.adv.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2153"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.benhame.adv.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2153"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}